O robô joga xadrez
Na China robôs já jogam xadrez com idosos em instituições de cuidado.
Curiosidade tecnológica? Não é só isso.
A China tem mais de 310 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. E isso representa 22% do total de habitantes do país.
Cuidar de uma população desse tamanho exige profissionais, estrutura, políticas públicas e, sim, novas ferramentas.
Em Shenzhen, robôs já participam da rotina de idosos: ajudam em atividades, apoiam mobilidade e também jogam partida de xadrez.
Isso tem valor.
Um robô pode ajudar alguém a se movimentar, pode lembrar um compromisso. Pode monitorar um risco e pode até criar um momento de interação num dia que seria silencioso demais.
Mas não confunda as coisas!
Ele pode cuidar de uma parte da rotina, mas não vai substituir alguém que senta ao lado sem estar cumprindo uma função.
Quem percebe o silêncio.
Quem escuta uma história repetida pela terceira vez.
E continua ouvindo.
A tecnologia pode ampliar o cuidado.
A presença continua sendo uma escolha humana.
Nossa escolha.






