A tecnologia deveria aliviar o fardo, não aumentá-lo
Quando me perguntam o que me mantém motivado após tanto tempo na área de tecnologia, por estranho que pareça, não é a tecnologia!
A tecnologia deveria aliviar o fardo, não aumentá-lo
Quando me perguntam o que me mantém motivado após tanto tempo na área de tecnologia, por estranho que pareça, não é a tecnologia! A resposta não está no técnico, nas novidades, na evolução.
O que me move, desde sempre, é o sorriso de alívio no rosto de alguém.
Percebi, logo no início, que existe um abismo perigoso entre o "técnico" (máquina, código e lógica complexa) e o "negócio" (processos, metas e, acima de tudo, pessoas).
A forma como muitas vezes a tecnologia é imposta, fazendo com que as pessoas precisem se contorcer para se adaptar a ela não me agrada. O processo se torna pesado e a tecnologia vira pedra, não ponte.
Eu acredito no contrário, que a tecnologia é que deve se moldar às pessoas. Minha missão pessoal é ser o tradutor desses dois mundos.
Minha maior satisfação é entender o "tecniquês" e a dor do negócio, traduzir um para o outro e apoiar na geração de soluções que eliminem o trabalho braçal que gera sofrimento desnecessário. Entregar algo que, no fim, realmente faz diferença no dia a dia de quem está na ponta.
Sucesso, para mim, não é apenas um projeto entregue no prazo. É olhar para o cliente e ver que a vida dele ficou um pouco mais leve porque a tecnologia finalmente serviu ao seu propósito original: servir ao ser humano.
E você? O que te motiva a fazer o que faz todos os dias? Que impacto você pretende causar?