A universidade ensinou a usar. Não ensinou a pensar.
Você contrata alguém que sabe usar quatro ferramentas de IA. E não consegue te dizer se o resultado que elas entregaram faz sentido.
A universidade ensinou a usar. Não ensinou a pensar.
Você contrata alguém que sabe usar quatro ferramentas de IA. E não consegue te dizer se o resultado que elas entregaram faz sentido.
Não é crítica à pessoa. É um padrão.
Uma pesquisa recente mostrou algo que quem lidera times já sente na prática: a maioria das instituições de ensino acredita que prepara bem os alunos para o mercado. Mais da metade dos empregadores discorda.
Essa fratura não é sobre tecnologia. É sobre o que acontece depois que a ferramenta entrega uma resposta.
A geração que está chegando agora cresceu com acesso. Aprendeu sozinha, no uso, no erro, no tutorial. Tem fluência operacional de verdade. Abre qualquer plataforma e já sabe o que fazer.
O problema aparece quando o resultado chega e alguém precisa decidir se ele está certo.
Questionar uma premissa. Identificar o que está faltando. Perceber que a resposta tecnicamente correta pode ser a decisão errada. Isso não se aprende em nenhum curso de IA.
E o gestor que recebe esse profissional não pode esperar a universidade resolver.
Porque essa responsabilidade já chegou. Está no onboarding, na reunião de feedback, no projeto que deu errado porque ninguém questionou o que a ferramenta sugeriu.
A universidade ensinou a usar. Quem vai ensinar a pensar somos nós.