Da pirâmide ao propósito: por que Maslow ainda importa.
Lembra da famosa pirâmide de Maslow? Que bom! Mas, quantos dos que lembram realmente entendem o que ela revela sobre o trabalho?
Da pirâmide ao propósito: por que Maslow ainda importa.
Lembra da famosa pirâmide de Maslow?
Que bom! Mas, quantos dos que lembram realmente entendem o que ela revela sobre o trabalho?
Porque, no fundo, ela nunca falou apenas de “necessidades humanas”: falou sobre como nos movemos. É puro movimento!
No passado, a motivação parecia simples: pague bem, dê estabilidade, ofereça benefícios.
Mas o mundo mudou, eu acho!
Hoje, as pessoas querem ser ouvidas, reconhecidas e fazer parte de algo que valha o esforço.
Herzberg chamava isso de “motivadores intrínsecos”: realização, crescimento, significado. E isso não cabe em planilhas, mas define o quanto alguém entrega e (muito importante) o quanto permanece.
E Locke, lá atrás já dizia que metas só funcionam quando são claras e desafiadoras, mas também quando fazem sentido.
Ou seja: o que mobiliza não é o número, é o sentido por trás dele.
A verdade é que mesmo depois de décadas essas teorias continuam atuais. Quantas vezes ouvimos isso, não é? Mas é simples, é porque, no fundo, a essência humana não mudou.
Mudaram os contextos, os cargos, as ferramentas… mas não o que buscamos: segurança, pertencimento, reconhecimento e propósito.
Talvez Maslow não imaginasse empresas híbridas, IA generativa ou culturas digitais, mas ele entenderia perfeitamente o que ainda falta em muitos ambientes: humanidade.
E você, onde colocaria sua motivação hoje na pirâmide?