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IA na empresa: usar ou improvisar?

17 de junho de 2026 1 min de leitura

O uso informal de IA, baseado apenas em copiar e colar respostas, não melhora processos, não gera ganhos mensuráveis e ainda pode expor informações sensíveis. Resultados consistentes dependem de diretrizes, contexto e objetivos claros, começando pelo entendimento de como a IA já está sendo utilizada na empresa.

IA na empresa: usar ou improvisar?

“Mas a gente já usa IA aqui.”


Será?


Porque, em muitas empresas, o uso de IA hoje é mais ou menos assim: alguém abre o ChatGPT, digita qualquer coisa, recebe uma resposta bonita, copia, cola no e-mail, no relatório, na apresentação… e pronto.


Ufa, viramos uma empresa com IA.


Só que não.


Isso, na prática, é cópia assistida.


Não resolveu uma dor do processo, não melhorou uma rotina, não reduziu retrabalho, não mediu ganho nenhum e, pior, muitas vezes ninguém sabe exatamente o que está sendo colocado nessas ferramentas.


Já viu isso acontecer?


Contrato, dado de cliente, informação financeira, planilha interna, proposta comercial… tudo entrando em ferramenta pública porque ninguém combinou o básico.


E aqui não é medo da tecnologia, de verdade.


Eu gosto de IA. Uso, estudo, testo, erro, ajusto. Mas uma coisa é usar IA com contexto, critério e regra clara. Outra é deixar cada pessoa descobrir sozinha, no improviso, o que pode, o que não pode e onde isso deveria gerar resultado.


A IA pode fazer muito mais pelo negócio.


Mas não no modo aleatório.


Não pergunte como implementar IA na sua empresa, pergunte primeiro como a IA "já" está em uso.


Você sabe como sua equipe está usando IA hoje?

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