O comportamento da demissão silenciosa
Tem gente que ainda não foi demitida, mas já saiu. Não está no diálogo, não está disposto a contribuir e, emocionalmente, não está na equipe.
O comportamento da demissão silenciosa
Tem gente que ainda não foi demitida, mas já saiu. Não está no diálogo, não está disposto a contribuir e, emocionalmente, não está na equipe. Já saiu.
Às vezes quem está de fora percebe antes que a própria pessoa, porque a saída começa sutil. A falta de brilho, as respostas mecânicas, a rotina do “deixa prá lá” e do “é assim mesmo”...
Há demissões que vêm de cima, há outras que vêm de dentro.
As causas? Desânimo, frustração, cansaço… muitas vezes apenas o reflexo de um ambiente que não convida à permanência. O erro pode estar no profissional, ou no entorno, que faz com que desista antes de sair.
Se você lidera, é importante sempre se perguntar: “O que eu estou fazendo hoje para que as pessoas queiram continuar amanhã?”
E, se você se descobriu nesse processo silencioso, ainda dá tempo de conversar antes de ir embora por dentro.